- As baratas são consideradas uma das especies com maior capacidade de adaptação e resistencia do reino animal.
- Um casal de blatellas germanicas pode produzir, no periodo de um ano, em condiçoes ideais, cerca de 10.000 individuos(considerando-se a primeira e segunda geração).
- Se não houver um macho as baratas podem-se produzir por patogenese.
- As baratas produzem secreçoes odorosas vindas de varios pontos do seu corpo e este cheiro pode alterar o sabor dos alimentos tocados por elas.
- As baratas não são bons insectos voadores.
- As baratas são practicamente cegas, as suas antenas são practicamente poderosas e podem detectar vibrações, mudanças de temperatura, humidade.
- Estão comprovadas 32 doenças causadas por bactérias, 17 por fungos, 3 por protozoários e 2 por vírus, todas vindas de contactos com baratas!
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Curiosidades acerca das baratas
terça-feira, 14 de abril de 2009
Mosquitos
Medidas preventivas para o controlo de mosquitos:
1 - Evitar água parada.
2 - Sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que acumulam água.
3 - Manter totalmente fechadas cisternas, caixas d` água e reservatórios provisórios tais como tambores e barris.
4 - Furar pneus e guardá -los em locais protegidos das chuvas.
5 - Guardas latas e garrafas emborcadas para não reter água.
6 - Limpar periodicamente, calhas de telhados, marquises e rebaixos de banheiros e cozinhas, não permitindo o acúmulo de água.
7 - Jogar quinzenalmente desisfetante ns ralos externos das edificações e nos internos pouco utilizados.
8 - Drenar terrenos onde ocorra formação de poças.
9 - Não acumular latas, pneus e garrafas.
10 - Encher com areia ou pó de pedra poços desativados ou depressões de terreno.
11 - Manter fossas sépticas em perfeitos estado de conservação e funcionamento.
12 - Colocar peixes barrigudinhos em charcos, lagos ou água que não possa ser drenada.
13 - Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos, mantendo - os desobstruídos.
14 - Manter permanentemente secos subsolos e garagens.
15 - Não cultivar plantas aquáticas .
1 - Evitar água parada.
2 - Sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que acumulam água.
3 - Manter totalmente fechadas cisternas, caixas d` água e reservatórios provisórios tais como tambores e barris.
4 - Furar pneus e guardá -los em locais protegidos das chuvas.
5 - Guardas latas e garrafas emborcadas para não reter água.
6 - Limpar periodicamente, calhas de telhados, marquises e rebaixos de banheiros e cozinhas, não permitindo o acúmulo de água.
7 - Jogar quinzenalmente desisfetante ns ralos externos das edificações e nos internos pouco utilizados.
8 - Drenar terrenos onde ocorra formação de poças.
9 - Não acumular latas, pneus e garrafas.
10 - Encher com areia ou pó de pedra poços desativados ou depressões de terreno.
11 - Manter fossas sépticas em perfeitos estado de conservação e funcionamento.
12 - Colocar peixes barrigudinhos em charcos, lagos ou água que não possa ser drenada.
13 - Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos, mantendo - os desobstruídos.
14 - Manter permanentemente secos subsolos e garagens.
15 - Não cultivar plantas aquáticas .
terça-feira, 17 de março de 2009
Ratos
Mais da metade dos ratos de SP vive de comida humana e ração. 55% dos roedores da Capital sobrevivem de alimento fornecido pelo próprio homem.Comida para cachorros, gatos e aves; frutas, biscoitos e pães são itens que alimentam ratos em 55% de casas onde há roedores na cidade de São Paulo. Os dados constam de um levantamento feito pela Secretária Municipal de Saúde, após visita em 17 mil imóveis, para identificar o perfil dos roedores. O objetivo é combater esses animais e evitar doenças como a leptospirose.
Lixo, Ração e Comida:
Técnicos da Coordenação de Vigilância em Saúde (Convisa) constataram também que em 32,57% dos locais, o lixo estava acessível aos animais. Em 30,7% das casas, as equipes de saúde verificaram que os ratos consomem a ração para animais de estimação que estavam em potes. Outra fonte de alimento (24,4%) é a comida dos moradores, como frutas, biscoitos e pães deixados em locais de fácil acesso.A forma de entrada dos ratos nos domicílios foi explorada na pesquisa. Segundo a analise, a maioria deles entra nos imóveis pelo alto, pelos cabos de eletricidade e telefonia. Outras rotas utilizadas são os canos de esgoto, por onde passam normalmente as ratazanas, e os buracos nos muros e paredes, adotados por qualquer das três espécies de ratos urbanos.
Abrigos preferidos:
Em mais de 40% das casas e outros tipos de prédios visitados notou-se a oportunidade de abrigo para roedores nos vãos dos telhados. Os outros locais de moradia são frestas nas paredes (15,93%), objetos abandonados (15,78%), material de construção (10,94%) e entulho (8,91%). A coordenadora do Programa de Controle de Roedores da cidade, Maria das Graças Soares dos Santos, destaca que a população deve estar atenta aos cuidados, muitas vezes simples, que ajudam a afastar os esses animais.
Três tipos de roedores:
A cidade de São Paulo convive com três tipos de roedores: a ratazana, o rato domestico e o rato do telhado. Destes, o rato do telhado é o que mais preocupa as autoridades sanitárias. Este tipo vive em telhados e forros de casa e consegue andar sobre fios de luz e telefone, além de escalar paredes e subir em árvores.Ração animal deixada em potes pela casa, frutas, biscoitos e pães são os itens preferidos deles.
Conheça os tipos de ratos urbanos:
-Rato de Telhado - Tem grandes orelhas e cauda longas. Habita locais altos como sótãos, forros e armazéns, descendo ao solo em busca do alimento e raramente escava tocas. Possui habilidades como caminhar sobre fios elétricos e subir em galhos de árvores, além de escalar paredes, inclusive de tijolos ou blocos. Vive em média 1 ano e meio.
-Ratazana - Costuma viver em esgotos, perto de galerias de águas pluviais e onde há lixo orgânico em abundância. Vive em média 2 anos. Fica adulta em dois meses e consegue ter uma ninhada de filhotes a cada 21 dias. Em cada ninhada nascem de oito a 12 ratos.
-Rato domestico - É o menor entre três espécies urbanas de ratos. Vive dentro de imóveis, costuma fazer ninhos dentro de armários, fogões e despensas. Vive cerca de um ano.
Como evitar os roedores em casa:
-Mantenha o lixo em sacos plásticos e em latas fechadas.
-Coloque o lixo na rua perto do horário da coleta.
-Faça uma inspeção em caixas de papelão, caixotes, atrás de armários, gavetas e em todo o tipo de material que possa servir de transporte ou abrigo para camundongos.
-Vede frestas ou vãos que possam servir de entrada aos ratos dentro de casa.
-Evite alimentos expostos.
Lixo, Ração e Comida:
Técnicos da Coordenação de Vigilância em Saúde (Convisa) constataram também que em 32,57% dos locais, o lixo estava acessível aos animais. Em 30,7% das casas, as equipes de saúde verificaram que os ratos consomem a ração para animais de estimação que estavam em potes. Outra fonte de alimento (24,4%) é a comida dos moradores, como frutas, biscoitos e pães deixados em locais de fácil acesso.A forma de entrada dos ratos nos domicílios foi explorada na pesquisa. Segundo a analise, a maioria deles entra nos imóveis pelo alto, pelos cabos de eletricidade e telefonia. Outras rotas utilizadas são os canos de esgoto, por onde passam normalmente as ratazanas, e os buracos nos muros e paredes, adotados por qualquer das três espécies de ratos urbanos.
Abrigos preferidos:
Em mais de 40% das casas e outros tipos de prédios visitados notou-se a oportunidade de abrigo para roedores nos vãos dos telhados. Os outros locais de moradia são frestas nas paredes (15,93%), objetos abandonados (15,78%), material de construção (10,94%) e entulho (8,91%). A coordenadora do Programa de Controle de Roedores da cidade, Maria das Graças Soares dos Santos, destaca que a população deve estar atenta aos cuidados, muitas vezes simples, que ajudam a afastar os esses animais.
Três tipos de roedores:
A cidade de São Paulo convive com três tipos de roedores: a ratazana, o rato domestico e o rato do telhado. Destes, o rato do telhado é o que mais preocupa as autoridades sanitárias. Este tipo vive em telhados e forros de casa e consegue andar sobre fios de luz e telefone, além de escalar paredes e subir em árvores.Ração animal deixada em potes pela casa, frutas, biscoitos e pães são os itens preferidos deles.
Conheça os tipos de ratos urbanos:
-Rato de Telhado - Tem grandes orelhas e cauda longas. Habita locais altos como sótãos, forros e armazéns, descendo ao solo em busca do alimento e raramente escava tocas. Possui habilidades como caminhar sobre fios elétricos e subir em galhos de árvores, além de escalar paredes, inclusive de tijolos ou blocos. Vive em média 1 ano e meio.
-Ratazana - Costuma viver em esgotos, perto de galerias de águas pluviais e onde há lixo orgânico em abundância. Vive em média 2 anos. Fica adulta em dois meses e consegue ter uma ninhada de filhotes a cada 21 dias. Em cada ninhada nascem de oito a 12 ratos.
-Rato domestico - É o menor entre três espécies urbanas de ratos. Vive dentro de imóveis, costuma fazer ninhos dentro de armários, fogões e despensas. Vive cerca de um ano.
Como evitar os roedores em casa:
-Mantenha o lixo em sacos plásticos e em latas fechadas.
-Coloque o lixo na rua perto do horário da coleta.
-Faça uma inspeção em caixas de papelão, caixotes, atrás de armários, gavetas e em todo o tipo de material que possa servir de transporte ou abrigo para camundongos.
-Vede frestas ou vãos que possam servir de entrada aos ratos dentro de casa.
-Evite alimentos expostos.
Baratas, seres portadores de inúmeros virus e bactérias
A experiência que iremos realizar, visa a confirmação de que as baratas são portadoras de germes.
Então porque se diz que transportam doenças?!
No seu exoesqueleto a barata apresenta várias vilosidades que podemos chamar micro pêlos (circulos azuis na imagem apresentada). Estes pêlos em contacto com o meio retem várias bacterias, fungos e outro seres patogenes ao homem. Esses seres são capazes de sobreviver e se multiplicar nos "pêlos" da barata. Ora o nosso problema está quando as baratas passeiam pela nossa casa, deixando esses seres nos locais onde passaram. Esses locais são normalmente a casa de banho e cozinha.
Caso a barata entre em contacto com os nossos alimentos estes podem ficar contaminados, e mais tarde vão ser ingeridos pelo homem repleto de seres patogénicos. Esta é apenas uma das possíveis maneiras da transmissão de doenças das baratas ao homem. As doenças transmitidas pelas baratas abrangem todas as faixas etárias, e uma melhor compreenção do seu modo de vida poderá ser um motor para a prevenção dessas mesmas doenças.
Então porque se diz que transportam doenças?!
No seu exoesqueleto a barata apresenta várias vilosidades que podemos chamar micro pêlos (circulos azuis na imagem apresentada). Estes pêlos em contacto com o meio retem várias bacterias, fungos e outro seres patogenes ao homem. Esses seres são capazes de sobreviver e se multiplicar nos "pêlos" da barata. Ora o nosso problema está quando as baratas passeiam pela nossa casa, deixando esses seres nos locais onde passaram. Esses locais são normalmente a casa de banho e cozinha.
Caso a barata entre em contacto com os nossos alimentos estes podem ficar contaminados, e mais tarde vão ser ingeridos pelo homem repleto de seres patogénicos. Esta é apenas uma das possíveis maneiras da transmissão de doenças das baratas ao homem. As doenças transmitidas pelas baratas abrangem todas as faixas etárias, e uma melhor compreenção do seu modo de vida poderá ser um motor para a prevenção dessas mesmas doenças.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Reprodução de Baratas
Quando há o encontro, o casal inicia um contato físico por meio de uma intensa antenação.
O macho eleva as asas, expondo uma glândula localizada na superfície dorsal do abdomen, que secreta uma substância da qual a fêmea se alimenta. Enquanto a fêmea sobe no macho para se alimentar da substância, por baixo o macho tenta introduzir a sua genitália no da fêmea, para iniciar a cópula. Quando ambos estão ligados pelas genitálias, o macho vira-se 180º, e assumem a posição conhecida como “end-to-end”. A cópula pode durar uma hora ou mais, e durante este processo o macho transfere o espermatóforo para a fêmea.
Os espermatozóides são armazenados na espermateca, ficando ativos por um longo período. Não apenas estímulos químicos estão envolvidos no acasalamento, mas também sonoros como na espécie Nauphoeta cinerea, cujos machos estridulam durante o ato, emitindo sons de 60dB. Os machos e as fêmeas podem copular uma ou mais vezes.
Nas baratas podem ser encontrados três tipos de oviposição: Oviparidade (o mais comum entre os insetos, com a formação de ovos que se desenvolverão externamente à fêmea, contidos ou não na ooteca. Exemplos: P. americana, B. orientalis e B. germanica), Ovovivipariedade (os ovos ou ooteca permanecem dentro da fêmea. Exemplo: Blaberus) e Viviparidade (a ooteca permanece dentro da fêmea, sendo a sua formação incompleta, permitindo a troca de nutrientes com a fêmea durante o desenvolvimento embrionário. Exemplo: Diploptera punctata).
O macho eleva as asas, expondo uma glândula localizada na superfície dorsal do abdomen, que secreta uma substância da qual a fêmea se alimenta. Enquanto a fêmea sobe no macho para se alimentar da substância, por baixo o macho tenta introduzir a sua genitália no da fêmea, para iniciar a cópula. Quando ambos estão ligados pelas genitálias, o macho vira-se 180º, e assumem a posição conhecida como “end-to-end”. A cópula pode durar uma hora ou mais, e durante este processo o macho transfere o espermatóforo para a fêmea.
Os espermatozóides são armazenados na espermateca, ficando ativos por um longo período. Não apenas estímulos químicos estão envolvidos no acasalamento, mas também sonoros como na espécie Nauphoeta cinerea, cujos machos estridulam durante o ato, emitindo sons de 60dB. Os machos e as fêmeas podem copular uma ou mais vezes.
Nas baratas podem ser encontrados três tipos de oviposição: Oviparidade (o mais comum entre os insetos, com a formação de ovos que se desenvolverão externamente à fêmea, contidos ou não na ooteca. Exemplos: P. americana, B. orientalis e B. germanica), Ovovivipariedade (os ovos ou ooteca permanecem dentro da fêmea. Exemplo: Blaberus) e Viviparidade (a ooteca permanece dentro da fêmea, sendo a sua formação incompleta, permitindo a troca de nutrientes com a fêmea durante o desenvolvimento embrionário. Exemplo: Diploptera punctata).
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Espécies de Baratas mais comuns no concelho de Portimão
Barata Germânica
A baratinha ou barata-germânica (Blatella germanica) é uma espécie de barata. É um inseto da ordem Blattodea, da família Blattellidae, doméstico e cosmopolita. A espécie possui pequeno tamanho, coloração castanho-clara, com duas faixas longitudinais escuras no pronoto.
Classificação científica:
Reino: Animalia

Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Blattodea
Família: Blattellidae
Subfamília: Blattellinae
Género: Blatella
Espécie: B. germanica
Barata Americana
A barata americana (Periplaneta americana) é uma espécie de barata grande, dotada de asas e geralmente tendo o tamanho entre 2,5 cm a 4 cm. A barata americana pode ser achada em vários portos pelo mundo, e é considerada uma espécie sinantrópica, ou seja, que vive perto das habitações humanas, utilizando-se dos restos de alimentos para sua própria alimentação, e as contruções ou até mesmo entulhos como abrigo. Acredita-se que o inseto se originou na África, mas já estava estabelecido no sul dos EUA na época que foi dado um nome para a espécie.Classificação científica:
Reino: Animalia

Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Subclasse: Pterygota
Infraclasse: Neoptera
Ordem: Blattaria
Família: Blattidae
Género: Periplaneta
Espécie: P. americana
Barata Oriental
A Barata-oriental (Blatta orientalis) é uma barata cosmopolita, de hábitos domésticos, quase negra, e que mede entre 18 e 25 milímetoes de comprimento e asas abreviadas.Classificação científica:
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Subclasse: Pterygota
Infraclasse: Neoptera
Ordem: Blattaria
Família: Blattidae
Género: Blatta
Espécie: B. orientalis
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Noção de Praga
Designa-se como praga o surto de determinadas espécies nocivas ao desenvolvimento agrícola ou que destroem a propriedade humana, perturbam os ecossistemas, ou que provocam doenças epidémicas no homem ou noutros animais.
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